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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Dias

Meu boletim "quase estava certo". Já estou acostumando a ter que refazer o mesmo texto dez vezes, e isso é bom, pois acredito que será assim a minha vida toda. Pelo menos peguei o espírito da cabeça de gravação (a chamada para um boletim ou uma nota), não é assim tão dificil. Na verdade, escrever uma matéria nunca é dificil, o dificil é saber o que precisa estar escrito, a tal da "pegada jornalística".
É engraçado, acredito que a maioria das pessoas que escolheram jornalismo porque se apaixonaram por ele, pensavam que bastava saber escrever um texto para ser excepcional nesse trabalho. E não é que quando chegamos aqui, descobrimos que há muito dentre as entrelinhas! Ok, admito que não esperava por isso. Achei que seria mais fácil, entretanto, estou adorando o desafio.
As vezes cansa, dá um desanimo... Mas com tudo na vida é assim. Mas não vou desistir, nunca vou desistir. Não sou do tipo que aceita fracassar. Até criei um ditado pra minha vida: "Se for pra me apegar, me apegarei ao jornalismo. Porque ao contrário da maioria dos amores, ele não vai me abandonar".
Beijos,
JeHh B.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Planjemente da Comunicação

Olá queridos leitores silenciosos, cá estou para compartilhar uma pequena experiência.


Tudo começou sábado quando eu e o pessoal nos encontramos na Sergel, para fazer o trabalho de Planejamento da Comunicação, mais precisamente como uma desculpa para tomar um bom sorvete.

O trabalho é uma pesquisa em uma banca de jornal sobre os temas, editoras e periodicidade das revistas e jornais. Escolhemos uma banca bem perto da sorveteria, embora eu ache que se não houvesse uma banca ali, abririamos uma. Nesse dia, salvos ou não, o funcionário da banca disse que apenas o dono poderia nos dar as respostas que precisávamos. Oh! A unica saída foi tomar sorvete mais cedo.

Como resultado, hoje tive que voltar lá para ver se conseguia minhas respostas. E de fato consegui. O dono da banca foi bastante atencioso comigo e, um tanto paciente. Me disse o nome de todas as revistas, separadas em categorias.

De uma forma ou de outra, esperava que teria um pouco de trabalho em conseguir as respostas, a maioria das pessoas não é muito solidária para com jornalistas, quanto mais para estudantes de jornalismo. A boa vontade dele me surpreendeu. Assim como o fato de, delicadamente, ter pulado as revistas masculinas como Playboy, Sexyhot e afins. Considerei tal atitude como um exemplo de respeito.

Não sei porque esses pequenos detalhes tenham me impressionado tanto. Talvez eu esteja acostumada a lidar com pessoas orgulhosas, que me ignoram ou simplesmente me tratam como se eu não merecesse sua atenção. Estou tão preparada para lidar com esse tipo de pessoa que não me preparei para lidar com pessoas solidárias, que ajudam de boa vontade mesmo sem receber nada em troca.

Isso me fez pensar que estou vivendo num mundo duro e me esquecendo que há melhores. Não tenho palavras para descrever o quanto fiquei agradecida e comovida pela forma como aquele homem me tratou. E é isso que eu gostaria de compartilhar com vocês. Hoje senti na prática que educação e boa vontade, se não construir um mundo melhor, ao menos constrói vidas e pessoas melhores. E elas podem fazer a diferença se quiserem.


Eu quero, eu farei.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Fala Foca - terminado!

Olá Pessoal! Puts, que mancada, eu sumi!
O fato é que tudo está muito corrido esse mês. vários trabalhos complicados e tal. Tinha plavejado váárias coisas para postar, mas tudo ficou nos planos! Céus, preciso mudar isso.

***

Anyway, vamos ao que interessa: Fala foca terminado!
O nosso trabalho ficou muito legal, meus dedos coçaram várias vezes de vontade de deixar tudo registrado aqui, só que não podia, vai que alguém de outro grupo decidisse praticar o plágio?
Ok, mas agora nada me impede.

Nosso jornal é: Ponto G1 - O Jornal que penetra na notícia.

Âncoras: Tomas Turbando Pinto (Pedro) e Eva Gina (Juliana)
- Foto ao lado (Pedro atrás e a Juliana de vermelho)
Repórter: Maria dos Prazeres (Cecília)
Externa: Lisa, a vítima entrevistada (Jéssica)
Externa: Tadeu, padre acusado (Danilo)
Moça do tempo: Rebeca Caliente (Raysa)
- Foto ao lado (A garota de branco)
Tiete ou moça das libras: Caroline

Roteiro: Vinheta

Interna 1

Tomas: Boa noite.
Eva: Boa noite, começa agora o Ponto G1.
Tomas e Eva: O jornal que penetra na noticia.
Eva: Veja agora as principais noticias.
Tomas: Silvio Berlusconi lança livro de amor e em mais um ato de modéstia diz "ter fila" de mulheres atrás dele Já Silvio Santos declara: "Parei de cantar a 'pipa do vovô não sobe mais' depois da invenção do Viagra.
Eva: Para evitar o acumulo de cargos, governadores,ministros e secretários estaduais se apressam e iniciam troca-troca.
Tomas: Até 2020, 30% da população mundial ficará sem combustível. A alternativa é investir no gás e garantir muito óleo para lubrificar.
Eva: O índice da Bolsa de Valores de São Paulo com investimentos aquecidos sobe,sobe,sobe e chega ao climax.
Tomas: A programação será interrompida para uma rapidinha. Nossa repórter Maria dos Prazeres está ao vivo em uma igreja no bairro do Botafogo. O que está acontecendo ai Maria?

Externa

Maria: Boa noite Tomas. Estou ao lado de Lisa, uma fiel que acusa o padre Tadeu de assédio sexual. O que houve?
Lisa: Então, sabe, eu tava indo comungar, e quando cheguei perto do padre eu senti uma coisa batendo na minha perna. E que coisa era aquela!
Maria: Vamos agora conversar com o padre acusado para saber o que ele diz em sua defesa. Padre,o que o senhor tem a dizer?
Tadeu: Minha filha eu sou padre mas não sou de ferro. Remédio para artrite é diurético e eu só queria tirar água do joelho. Isso não é assédio! Aproveito essa visita abençoada para divulgar meu novo cd...
Maria: Voltamos agora para o estúdio. É com vocês Eva e Tomas.

Interna 2

Eva: Obrigada Maria. E agora a previsão do tempo.
Rebeca: Amanhã em todo o norte e nordeste do Brasil fará muito calor, capaz de deixar toda a população molhadinha...de suor. No sul a máxima não passa dos 12° C e no sudeste e centro-oeste ventos de até 80km/h capazes de levantar tudo!
Tomas: Obrigado Caliente. E seu Ponto G fica aqui... ãhh... O seu Ponto G1 fica por aqui!
Eva: Boa noite, fiquei agora com o sucesso inédito 'A lagoa Azul'. Até amanha.

***

Produção: passo a passo

Processo
Posso dizer que foi maravilhoso fazer todos os processos do trabalho. Definimos o texto por e-mail, cada um contribuindo com alguma idéia, posso dizer com toda sinceridade que esse é o grupo que eu mais gosto, todos sabem conversar e se ouvir e ninguém fica parado enquanto os outros fazem o serviço.
Durante todo o trabalho, a maior preocupação é o tempo. O professor não queria que nenhum jornal tivesse mais do que três minutos, e tentar fazer coisas engraçadas sem ter tempo para as pessoas pensarem na piada, é um desafio! Bom, pelo menos para mim, que não sou engraçada nem fantasiada de palhaço.
Ensaiamos em um único dia, na casa do Danilo, em pleno domingo, dia 11 de abril. Acordamos cedo para nos encontrarmos no Extra Perto e viajarmos juntos até a casa dele (você sabe aonde é o ultimo bairro de Campinas? Vou dar uma dica, é longe!). E ainda demoramos meia hora a mais do previsto porque a Cecília ficou perdida na treze de maio! Tudo bem, essas coisas acontecem.

Ensaio
O ensaio foi super tranquilo. Antes de começarmos ainda discutimos um pouco sobre as areas do jornalismo, conversa que não existe com amigos de fora da facul. Começamos o trabalho quase 14hrs, cá entre nós, o almoço estava muito bom! O Pedro e a Ju tiveram que ensaiar várias vezes, a gente realmente pegou no pé um do outro. O problema da Ju era com o "Sobe...sobe...sobe!" e o do Pedro era em decorar as falas e decidir pra que lado olhar.
Outra questão que gerou polêmica foi como chamar a externa, a nossa tal de rapidinha, ficamos com medo do pessoal não entender que era uma notícia de ultima hora e etc.
Depois, tivemos que convencer a Cecília a imitar um cara famoso da televisão, esqueci o nome dele agora, mas depois eu edito. O lado bom é que conseguimos convencer, o lado ruim é que eu não conseguia parar de rir da cara dela.
Eu ri em todos os ensaios, sorte que na hora consegui me concentrar!!

Gravação
Foram dois dias de gravação, dia 12 de abril para as internas e dia 19 de abril para as externas. O Dan usou minha bata de primeira comunhão para a roupa do padre! E fiz ele usar a camiseta do avesso para não aparecer a estampa. Cuidei da maquiagem dos garotos e ajudei a Ju na dela. Mas fui uma péssima maquiadora para a Cecília e a Raissa foi nos socorrer. No primeiro dia, a correria foi passar a roupa da Ra, porque a tomada do camarin não estava esquentando o ferro. Ela acabou usando a roupa amassada e, por sorte, não pareceu que estava assim na tv. No segundo dia o problema foi com a capa do cd que ninguém tinha imprimido. Eu medi a caixinha e fiz a montagem no PS com as medidas, mas não deu certo. Que raivinha!!! No final, imprimimos na facul mesmo e com a imagem de tamanho menor do que o da caixinha. Pelo menos todo o resto deu certo!! Nosso cenário com toda certeza é o melhor! Fico realista DEMAIS.


Falha Nossa

A unica coisa do falha nossa, foi a Ceci errando na hora de chamar a interna. Mas a culpa foi minha. A primeira gravação ficou perfeita, mas eu sai correndo do palco e esbarrei numa cadeira, então o barulho ficou gravado também. Tinha que ser eu! Hahaha.

Abaixo, foto da equipe.


Agora estamos trabalhando no teatro que será a prova prática. Já estou escrevendo a história, com o novo membro do grupo, o Raul. Só que ainda não vou contar nada pra vocês!

Beijo-beijo,
JeHh.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Copidesque

Vou falar um pouco sobre jornalismo. Vou falar um pouco sobre o jornalismo do século XIX.

O copidesque é o filtro do jornalismo impresso. Tem a função de fazer uma verificação em toda matéria, é como um recurso editorial para a unificação da linguagem utilizada, e para salvar pequenos deslizes gramaticais.
Ele é também uma forma da instituição jornalística exercer vigilância sobre o que se publica ou divulga no anonimato, dificultando as escapadas que os jornalistas dão para, sutilmente, expor sua opinião sobre o assunto, contudo, ainda há esperanças de passar despercebida!

Sobre isso, Nelson Rodrigues, jornalista e escritor brasileiro (1912-1980), deu um depoimento manifestando a sua rejeição ao copidesque:

"Sou da imprensa anterior ao copidesque. (...) Na redação não havia nada da aridez atual... (...) Havia uma volúpia autoral inenarrável. E nenhum estilo era profanado por uma emenda. Jamais. Durante várias gerações foi assim e sempre assim. De repente, explodiu o copidesque.
Qualquer um na redação, seja repórter de setor ou editorialista, tem uma sagrada vaidade estilística. E o copidesque não respeitava ninguém. (...) Sim, o copidesque instalou-se como a figura demoníaca da redação. (...) Aliás, devo dizer que o copidesque e o idiota da objetividade são do mesmo gênero e um explica o outro (...) E o pior é que, pouco a pouco, o copidesque acabou fazendo do leitor um outro idiota da objetividade. A aridez de um transmite ao outro. Eu me pergunto se, um dia, não seremos nós cem milhões de copidesque. Cem milhões de impotentes de sentimentos."

Isso quase sufocou minha alma. Imaginar alguém metendo o bedelho no meu texto me dá arrepios. Contudo, é como dizem, ossos do ofício.
Em contrapartida, encontrei um trecho defensor do copidesque. Segue:

“A atividade de copidesque é mais complexa que a de revisão. (…) Se um texto é mal redigido, com repetições injustificáveis, mal paragrafado, contendo ideias desconexas, primando pela falta de coesão e coerência textual etc., ele deve ser copidescado. No processo de copidesque, o profissional propõe, reescreve, revisita o original, com a finalidade precípua de ‘relavrar’ o texto. Há textos ricos em conteúdo, mas que não resistem a uma análise acurada. É nessa hora que o revisor (ou o copidesque) tem de exibir o seu conhecimento de leitura, de cultura geral, e sua habilidade na produção de texto, conferindo clareza ao trabalho.” [NETO, Aristides Coelho. Além da Revisão: critérios para revisão textual. Brasília: Editora Senac-DF, 2008]

Ok. Isso me deixou um tanto indignada.
"Se um texto é mal redigido, com repetições injustificáveis, mal paragrafado, contendo ideias desconexas, primando pela falta de coesão e coerência textual etc., ele deve" ser despedido. Esse cara deve ser despedido. Não se estuda quatro anos para exercer mal uma profissão! E quem é que contrata um profissional desses?

Posso dizer que, se alguém me oferecer um trabalho como copidesque hoje, aceito sem exitar. Contudo, não posso aceitar a forma como este autor exaltou a profissão. Como se todos os jornalistas que trabalham nas matérias fossem ignorantes, incompetentes. E não devem ser.
Precisam ser os melhores, pois são instrumentos de conexão da sociedade, quem faz as pessoas se revoltarem contra injustiças, contra a mizéria. Se unirem e se apiedarem quando desastres acontecem.

Com certeza, temos que ser melhores que nossos copidesques.

Entretanto, isso me fez pensar em como há pessoas insatisfeitas e trabalhando apenas por trabalhar. Apenas porque precisam sobreviver.
Alguns dizem que os jovens estão, cada vez mais, perdendo o interesse pelos estudos. Quem sabe seja preciso ver que os adultos estão, também, perdendo o prazer de exercer suas profissões. E então, de que valeu estudar todos aqueles anos? De que valeu se esforçar?
Será que já são os seres humanos "Cem milhões de impotentes em sentimentos"?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Análise do suicidio.


É comum, ao tratar de suicídio, que se leve em consideração apenas o lado psicológico individual de quem se suicidou, o que no século XIX era chamado de desordem psicológica. Contudo, para que se possa realmente entender os fatores que levaram um indivíduo a cometer tal ato, é preciso analisar o lado coletivo de sua vida.

Assim, pode-se dizer que o externo (convívio social) reflete diretamente no interno (particular), tendo em vista que o ser humano é criado para estar integrado numa sociedade, dividindo e aprendendo com ela valores como cultura, gostos, crenças e religião. De acordo com Durkhein, quanto mais os integrantes de uma comunidade compartilham costumes e idéias, mais intenso é o laço que criam entre si, estabelecendo uma relação de solidariedade, o que, para ele, contribui para uma baixa taxa de suicídios.

Logo, a idéia de que desordens psicológicas levam pessoas a tirar a própria vida tornou-se vaga, ao passo que estudos relataram que as desordens eram mais freqüentes na maturidade e, em contrapartida, os suicídios eram mais comuns à medida que a população envelhecia.
Esta é mais uma prova da relação entre o externo e o interno, pois é na idade adulta que o homem passa a ter maior dependência da sociedade, precisa trabalhar e manter a si e/ou sua família em boas condições, e quanto mais este se relaciona com outros, mais forte ou mais fraco ficará o seu juízo de valor e a sua moral, sendo que ambos conectam sentimentos e conceitos do particular ao social. O ser humano precisa ter uma âncora, algo que o ligue ao mundo ao seu redor, que o faça sentir a importância de estar vivo. Em geral, essa conexão é feita através do envolvimento familiar, religioso e até mesmo histórico-cultural ou histórico-conceitual, o que explica porque alguns povos, como os judeus, são menos propensos ao suicídio.

Portanto, é a forma como um ser se sobressai na sociedade que difere o seu comportamento e as suas atitudes perante a vida; se um indivíduo não sente que pertence a um grupo, que tem uma função para com ele, não entenderá a razão da existência.

terça-feira, 9 de março de 2010

Bóias-Flex

Ontem eu, as meninas e o Pedro ganhamos nosso primeiro Oscar na aula de Expressão da Comunicação. E isso é um grande avanço considerando a catástrofe que foi o trabalho anterior.
O trabalho era o seguinte: tinhamos que fazer propaganda de um produto derivado da borracha, o grupo ficaria lado a lado, tipo alinhados no fundo do palco, e um por um deveria andar até a frente para falar uma frase que definisse o produto e ao mesmo tempo confundisse as pessoas para só descobrir qual era o objeto no final.
É claro que falando assim parece fácil, mas para a maioria das pessoas falar alto em publico sem se enrolar, sem ficar duro como uma estátua ou sem conseguir se decidir o que fazer com as mãos é muito complicado. Temos que ser claros e manter a calma, esconder o nervosismo ao máximo e não esquecer de olhar para toda a platéia enquanto falar. Na verdade é a nossa desibinição que o professor avalia, e não somente a criatividade na elaboração do trabalho.

Eu dei a idéia de fazer propaganda de uma bóia e assim criamos o primeiro e unico produto Flex. Bóias-Flex. A minha frase foi algo do tipo: "Você nunca encontrará um produto que te agarre tão bem pela cintura." Achei que poderia ter falado mais alto, contudo, considerando que eu não tive crise de riso foi um avanço colossal. Não lembro bem a frase das outras meninas, a Andressa disse: "O nosso produto não tem discriminação, você pode usar sozinho ou com seus amigos." E a Juliana que finalizou falou: "E se você perder o fôlego, nós te mandamos uma bombinha!"
Foi muito divertido e o pessoal gostou, então, ganhei meu dia ontem!

Sempre tem umas idéias geniais, me surpreendo todas as aulas. Um grupo de garotos apresentou as camisinhas Crew, nota dez pra eles, foi engraçado demais. Um outro grupo fez a propaganda de um estilingue, e eu pensei o tempo todo que fosse outra propaganda de camisinha, ainda mais quando uma menina disse: "Meus pais nem sabem que eu uso."


Jornalismo é um curso incrivel! Vou falar sobre ele aqui, afinal o que importa não é apenas viver e aprender, compartilhar também é importante!
Beijooos.