quinta-feira, 29 de março de 2012
sexta-feira, 8 de julho de 2011
BOM DIA!

quarta-feira, 6 de julho de 2011
A arte de atender

À uma hora da tarde começa a segunda etapa do meu dia, quando começo a realizar minha segunda função, juntamente com uma parte da primeira. Isso se resume em responder e encaminhar e-mails, resolver problemas e entregar resultados de exames. O periodo da tarde passa mais rápido do que a manhã, embora tenha mais coisas para fazer neste outro. Vamos agora a um relato corriqueiro.
Dia 5 de julho de 2011, 14 horas e 20 minutos.
Uma mulher loira, constantemente com ar de apressada, volta para o laboratório pela segunda vez naquele dia. Na primeira, sua amostra não pôde ser aceita por ter ficado mais de doze horas em geladeira.
"Oi. Trouxe de novo a amostra, dessa vez nem ficou na geladeira"
A recepcionista olha com espanto. "Nós só recebemos amostras até às treze horas
"Eu não acredito! É a segunda vez que eu venho aqui hoje! Da primeira vocês não aceitaram porque tinha ficado mais de 12 horas em geladeira e agora não podem mais receber!?"
"Estava escrito no papel de instruções que eu te dei hoje cedo"
"Mas nesse papel aqui está falando até as 16 horas!"
"Só que esse papel é de entrega de resultado"
"Isso devia estar escrito em outro lugar, porque é muito confuso desse jeito!" Vociferou a loira, com ar de quem iria jogar tudo pelos ares.
"Tem uma placa na porta" Acentuou a garota do outro lado do balcão.
"Aah, eu não acredito! Não vou mais fazer esse exame, pode cancelar tudo! Cancela tudo! Eu não vou mais fazer isso, vocês fazem a gente de palhaço?"
Então foi embora, batendo os pés e a porta ao sair. Deixando a recepcionista se perguntando quem era realmente o palhaço da história. Se a loira que, como muitos outros, não leu as placas e as instruções de procedimento que lhe foram entregues, ou a funcionária que não sabe mais o que fazer para eles prestarem atenção nos avisos.
Algumas coisas são difíceis de entender, pergunto-me sempre se eu era assim antes de começar a trabalhar aqui, e se isto é algo regional, ou talvez seja uma ilustração da famosa frase "brasileiro é preguiçoso". Você já reparou em algo assim? Também acontece em sua cidade?
Estou pensando em promover um evento: "HOJE É O DIA MUNDIAL DO FAÇA VOCÊ MESMO"
JeHh Bueno
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Luna IV

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A saga do Homo-babaca

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Minha vida segundo Capital Inicial
Você é um homem ou mulher?
Descreva-se:
Boa companhia Depois Da Meia Noite
Psicopata Sob Controle
Descreva o local onde você vive atualmente:
Terra Prometida
Monte Castelo
Sua forma de transporte preferido:
O Passageiro
Sua melhor amiga?
Heroína
Você e seus amigos. Como são?
Pássaros De Guerra Sem Direção
Qual é o clima?
220 Volts
Hora do dia favorita:
Todas as Noites
Se sua vida fosse um programa de TV, como seria chamado?
No Mundo Da Lua
O que é a vida para você?
A Vida É Minha (Eu Faço o Que Eu Quiser)
Seu relacionamento:
Será Que É Amor?
Seu medo:
Perguntas Sem Respostas À Portas Fechadas
Qual é o melhor conselho que você tem a dar?
Não Olhe Pra Trás Vamos Comemorar
Pensamento do Dia:
Falar De Amor Não É Amar
Meu lema:
A Saga do Homo-Babaca
Singular
Bom seria se não apenas o açucar adoçasse;
Porque assim, caros amantes, não haveria promessas fáceis de amor singular.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
No rádio...
Quero ouvir uma canção de amor
sábado, 19 de fevereiro de 2011
One Way
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
A realidade
Novembro

Se o amor te assusta, não chame isso que sente por mim de amor. Se me querer for fazer com que você se afaste, não me queira. Apenas fique comigo. Há coisas mais importantes do que substantivos, sei disso porque em alguns momentos, quando olho nos seus olhos, você me diz mais do que poderia dizer em palavras.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
BLOG LINDO
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Vaca-ovelha
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Dias
domingo, 29 de agosto de 2010
Luzes da cidade
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Escória cultural
Logo, é patente que, assim como uma personalidade não é identica a outra, há divergências quando dois individuos de nações diferentes precisam entender-se e respeitar-se mutuamente.
Para a maioria dos ocidentais, a satisfação resume-se em possuir coisas. Comprar um carro, comprar uma casa, conseguir um emprego, comprar um livro, comprar... Comprar. A felicidade passou a ser sinônimo de conquista, as pessoas gastam a maior parte do tempo fazendo planos sobre as coisas que querem do que as coisas que precisam.
Ademais, como diz Mo Sung*, "não vivemos mais em uma civilização em que se trabalhava para viver, onde as questões econômicas - como trabalho, consumo e acumulação - estavam subordinadas à finalidade de viver bem; mas em uma civilização onde vivemos para trabalhar, ganhar dinheiro e consumir mais".
A busca pelo bem material impregnou-se na cultura do cidente que um dia lutou contra a opressão socialista, dando voz ao liberalismo. Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, a vitória do capitalismo não trouxe liberdade. Uma vez que, embora o Estado não ofereça restrição às escolhas particulares de sua sociedade, ela se submete ao poder das empresas.
Afinal, no século XXI, em todas as esquinas, há a exibição descarada das marcas que monopolizam as tendências sociais. E foi a isso que se resumiu a crítica popular, acompanhar tendências. Já há quem diz que os seres humanos estão se tornando consumidores vazios em ideologia, sendo dominados por pedaços de plástico, metal e luz.
Se estão ou não, ainda há de se descobrir, porém, uma questão é evidente: a população, virou público, massa. Algo que se estuda para poder vender produtos. Entrementes, dentro de tudo isso há uma incoerência, afinal, como pode os integrantes da "massa" terem, cada um, um sentido próprio para suas vidas?
É, talvez o mundo não esteja perdido. Talvez não sejam todos vazios em ideologia.
Jéssica Bueno
"Caminho perdido na serra
Caminho de pedra onde não vai ninguém
Só sei que hoje tenho em mim
Um caminho de pedra no peito também "
(Tom Jobim)
*Mo Sung - Educar para reencantar a vida
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
John Flanagan
— E como você sabe disso? — Borsa perguntou-lhe, sentindo que o pequeno barbudo estrangeiro havia ganhado a confiança e a aceitação do Oberjarl e seu Conselho de Guerra.
— Você espera até que acabe e veja quem ganhou — disse — Então sabe que aqueles eram os riscos certos a tomar.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Planjemente da Comunicação
Tudo começou sábado quando eu e o pessoal nos encontramos na Sergel, para fazer o trabalho de Planejamento da Comunicação, mais precisamente como uma desculpa para tomar um bom sorvete.
O trabalho é uma pesquisa em uma banca de jornal sobre os temas, editoras e periodicidade das revistas e jornais. Escolhemos uma banca bem perto da sorveteria, embora eu ache que se não houvesse uma banca ali, abririamos uma. Nesse dia, salvos ou não, o funcionário da banca disse que apenas o dono poderia nos dar as respostas que precisávamos. Oh! A unica saída foi tomar sorvete mais cedo.
Como resultado, hoje tive que voltar lá para ver se conseguia minhas respostas. E de fato consegui. O dono da banca foi bastante atencioso comigo e, um tanto paciente. Me disse o nome de todas as revistas, separadas em categorias.
De uma forma ou de outra, esperava que teria um pouco de trabalho em conseguir as respostas, a maioria das pessoas não é muito solidária para com jornalistas, quanto mais para estudantes de jornalismo. A boa vontade dele me surpreendeu. Assim como o fato de, delicadamente, ter pulado as revistas masculinas como Playboy, Sexyhot e afins. Considerei tal atitude como um exemplo de respeito.
Não sei porque esses pequenos detalhes tenham me impressionado tanto. Talvez eu esteja acostumada a lidar com pessoas orgulhosas, que me ignoram ou simplesmente me tratam como se eu não merecesse sua atenção. Estou tão preparada para lidar com esse tipo de pessoa que não me preparei para lidar com pessoas solidárias, que ajudam de boa vontade mesmo sem receber nada em troca.
Isso me fez pensar que estou vivendo num mundo duro e me esquecendo que há melhores. Não tenho palavras para descrever o quanto fiquei agradecida e comovida pela forma como aquele homem me tratou. E é isso que eu gostaria de compartilhar com vocês. Hoje senti na prática que educação e boa vontade, se não construir um mundo melhor, ao menos constrói vidas e pessoas melhores. E elas podem fazer a diferença se quiserem.
Eu quero, eu farei.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Livro da vida - Ilha das Flores
"Se todas as coisas
Que falam que são do mal
Não têm sequer um pouco de amor
Então tenho que chegar a algum lugar
E não morrer sem ter o que fazer"
(Legião Urbana)
Capitulo X
sen.ti.do
adj. 1. Magoado, melindrado. 2. Sensível, suscetível. 3. Contristado, pesaroso, triste. 4. Lamentoso, plangente. S. m. 1. Cada uma das funções pelas quais o homem e os animais recebem a impressão de objetos externos por meio dos órgãos apropriados: visão, audição, olfato, gosto e tato. 2. Faculdade de sentir. 3. Maneira de ser compreendido. 4. Interpretação dada a uma palavra ou frase. 5. Lado, direção. 6. Razão de ser, significação. 7. Posição regulamentar (de pé, imóvel, calcanhares unidos, mãos coladas às coxas) tomada pelos militares em certas ocasiões. S. m. pl. 1. Faculdade de experimentar o prazer; concupiscência, sensualidade. 2. As faculdades intelectuais.
Carta ao leitor
Caros leitores silenciosos, trago hoje uma reflexão. O vídeo Ilha das Flores apresenta fatos sobre a realidade e deixa o julgo para que o assistiu. Em discussão sobre ele na faculdade, percebi que cada um o interpretará de uma forma diferente e essa forma não é, necessariamente, certa ou errada, apenas diz respeito à criação e personalidade. Porém, proponho um caminho para refletir: Há um sentido na vida? Há um sentido para a vida?
Será possivel que o significado da vida mude quando se muda o meio social ao qual determinada pessoa está incluida?


